Fim de Relacionamento… e Agora?

Final de relacionamento, namoro, casamento, não é fácil. No que a visão holística pode me ajudar?

Relacionar-se é o maior desafio humano. Podemos ver isto no primeiro núcleo de relações que temos na vida, nossa família. Por mais feliz que seja a vida em família sempre haverão conflitos. São universos completamente diferentes se tocando e tentando viver em harmonia, apesar das diferenças.

Se as relações em família já são complicadas, um relacionamento entre pessoas que viveram boa parte de suas vidas sem se conhecer e agora tem afeto um pelo outro, vontade de compartilhar suas vidas, pode trazer muitas alegrias, mas também muitas dificuldades.

É importante entender que nada é para sempre. As pessoas mudam, as circunstâncias mudam, os sentimentos mudam. O desejo e expectativa de perpetuar qualquer relação é um objetivo irreal e pode trazer muito sofrimento.

Aqui falaremos da visão holística sobre apegos, relações, sentimentos e como um relacionamento pode alterar sua maneira de ver o mundo. Acredite, é tudo para o seu bem e para sua evolução.

Acabei de terminar, o que devo fazer?

O final de um relacionamento assemelha-se muito ao luto, quando você passa pela inevitável experiência de não ter mais disponível um ente querido. O seu objeto de desejo não está mais presente e isto causa dor, principalmente porque cultivou-se dependência afetiva e apegos.

Logo após o rompimento, o melhor a fazer é aquietar-se, tirar um tempo para você, para se reencontrar, buscar novamente seu centro, sua fonte de amor próprio. Evite muitas festas, ambientes muito barulhentos, pessoas que não conhece. Lembre-se que antes do relacionamento, quando esta pessoa não existia ainda em sua vida, você vivia bem, relacionava-se bem consigo mesmo e isto bastava.

A tentação em tentar entender o que aconteceu é grande, repassar momentos, encontrar uma maneira de reverter o que houve, lutar pelo relacionamento. No entanto esta atitude não vai resolver coisa alguma e pode aumentar ainda mais a aceitação de que acabou.

Aceite o fim, aos poucos, consciente de que vai levar um tempo para aceitar completamente tudo que aconteceu, tenha paciência e amor consigo mesmo. Evite contato, discussões, mensagens, seguir os passos do outro, vigiá-lo… o sentido aqui é afastar-se o máximo possível.

Você abandonou seu próprio centro no processo, afastou-se dele e agora é preciso preparar este reencontro consigo mesmo, de ser feliz novamente por si só. Ao entregar a responsabilidade sobre sua felicidade ao outro, você infelizmente se auto-sabotou. Este vazio pode levar um tempo para ser preenchido.

A visão holística considera que o ser humano sobre 4 aspectos principais: físico, mental, emocional e espiritual. Você precisará cuidar de todos eles, reequilibrá-los para então voltar a ter entusiasmo de viver. Tudo que você precisa está e sempre esteve em você pois você é a fonte e o centro de si mesmo, ainda que tenha se afastado disto.

Ocupe seu Tempo

Passeie, faça exercícios, cozinhe uma boa comida, tente entrar em contato com os amigos que foram sendo deixados no caminho. Não pra falar do fim do relacionamento, por favor, mas para interagir.

Amor próprio é a chave para sair disto. Ame-se como amava seu parceiro e até mais.

Procure Orientação

Sem essa de que psicólogo é amigo pago. Terapeutas são pessoas que estudaram muito a psique humana para poder ajudá-lo a conseguir olhar para si mesmo.

O terapeuta é a apenas um espelho… o trabalho é todo seu.

Faça uma yoga, procure uma sessão de Reiki, aprenda a meditar, pesquise sobre espiritualidade. Tudo isto só vai lhe fazer bem.

Aceite

Nenhum relacionamento realmente acaba. Quando existe amor o relacionamento apenas muda de status. Não é que não deu certo… deu certo por um período de tempo e isto é perfeitamente natural como falado no início do artigo.

Veja tudo que deixou para traz ao assumir este compromisso e se estes sonhos ainda fizerem sentido, retome-os.

O mundo é um lugar lindo e de infinitas possibilidades (com mais de 9 bilhões de pessoas também). Em algum momento você vai precisar retomar sua vida.

Tenha seu período de luto e conviva com ele pelo tempo que precisar, sabendo que esta condição vai mudar no tempo certo.

Enquanto isto, viva!

Com Amor,

Nellynton Borim

 

 

Depressão e Terapias Complementares

No que as terapias alternativas, como o Reiki, podem ajudar na Depressão?

Se você chegou até aqui e desconfia que está com depressão (por favor não se assuste com a palavra) a primeira informação a deixar clara é: Você não tem culpa de estar assim! Depressão é uma doença e pode ser controlada (e até curada) com o tratamento correto, portanto não há motivo para você continuar sofrendo.

O primeiro passo é desmistificar: é uma enfermidade que pode ou não ter fatores externos que a causam. Nem sempre é preciso um trauma ou acontecimento para que ela se manifeste.

Alguns sintomas frequentes são:

  • Tristeza persistente há mais de 30 dias, as vezes meses ou anos.
  • Achar que isto nunca vai passar.
  • Sentindo enjôos e mal-estar frequente.
  • Falta de apetite ou muito apetite.
  • Sem vontade de fazer até tarefas simples.
  • Falta de cuidado consigo próprio (aparência, higiene, objetos pessoais) e com o ambiente onde vive (deixar de limpar).
  • Sem vontade de fazer até o que antes dava prazer.
  • Isolamento social, ou achar que os amigos ou família o abandonaram.
  • Muito ou pouco sono. Ficar dois ou mais dias deitado.
  • Uma sensação de que a vida perdeu a cor e o sentido.
  • Buscar refúgio e alivio no álcool ou drogas, com o mal estar voltando logo após cessar o efeito.
  • Ideação suicida, mesmo que leve, como uma forma de resolver esta dor.
  • Entre outros sintomas.

Busque coragem de começar a se cuidar, a reversão do quadro, na maioria dos casos é rápida e você recupera em pouco tempo o bem-estar e qualidade de vida.

O segundo passo é procurar um bom psiquiatra que vai orientá-lo sobre os próximos passos e buscar uma medicação e dosagem apropriados. O psiquiatra não é “médico de louco”, esqueça isto! É um profissional especializado no funcionamento de um órgão de extrema importância: o cérebro. Assim como temos especialistas para o sistema circulatório, digestivo, etc.

A depressão é causada por um desequilíbrio químico no cérebro. Os receptores de dopamina, serotonina e outros neurotransmissores, que são responsáveis pela sensação de bem-estar, deixam de trabalhar como deveriam.

O psiquiatra pode receitar anti-depressivos que auxiliam na inibição da recaptação dos neurotransmissores, regulando sua produção e síntese pelo organismo ou uma medicação que atenda a outros fins necessários. Antidepressivos não são “pílulas da felicidade”, apenas vão auxiliar no reequilíbrio das funções orgânicas normais do cérebro.

Recomenda-se seguir o tratamento com determinação até que o princípio ativo e dosagem sejam corretamente regulados, o que pode levar um certo tempo. Conte com seu médico e confie nele: Não desista ou interrompa o tratamento por conta própria, o que pode trazer complicações. O psiquiatra pode recomendar também o acompanhamento de um psicólogo.

O psicólogo vai ajudá-lo a olhar para si mesmo e, através de técnicas já muito estudadas cientificamente, auxiliá-lo a ressignificar acontecimentos do passado e projeções futuras. É um profissional capacitado a servir de espelho, que vai fornecer a você ferramentas para lidar com emoções e pensamentos difíceis, que você vai levar consigo para a vida toda.

Reiki e Depressão

O tratamento complementar com Reiki tem mostrado bons resultados no auxílio aos processos de depressão, principalmente no resgate da espiritualidade, qualidade inerente a todo ser humano, que acabamos deixando muitas vezes de lado.

Ao receber energia Reiki você acessa um estado induzido de meditação que acalma e tranquiliza. A energia Reiki vai ajudar a revitalizar os campos mental e emocional trazendo alívio já nas primeiras sessões.

Receber Reiki vai acalmar os pensamentos negativos e persistentes, equilibrar as emoções e promover também saúde física. Apresentará a você o espaço interno que sempre esteve presente, onde você pode repousar quando quiser. Um “lugar” onde nenhum problema está acontecendo realmente.

Aprender sobre a visão holística da vida resgata a espiritualidade, a fonte que abastece todos os outros aspectos do Ser. Ao buscar práticas espirituais (o que não depende de religião) você começa a perceber que existe um centro infinito em si mesmo e aprende a buscá-lo sempre que precisar.

Não é preciso suspender qualquer outro tratamento já em curso pois a terapia com Reiki vai tão somente somar e auxiliar seu processo de cura e auto-conhecimento, servindo como complemento.

Permita-se conhecer a terapia com energia Reiki e veja o que acontece. Avalie por si mesmo os resultados. Ninguém precisará convencê-lo de nada pois o sentimento e as sensações irão guiá-lo.

Por favor, não desista! Depressão é uma fase difícil, mas vai passar e você vai recuperar a vontade de viver, crescer e evoluir… eu sou a prova viva disto! 🙂

Nellynton Borim
Mestre em Reiki

 

Alguns Sintomas Difíceis do Despertar Espiritual

Na busca por sua verdadeira natureza, podem aparecer obstáculos, conheça alguns deles e fique mais tranquilo.

“Chegará um momento em que você acreditará que tudo está terminado… este será apenas o começo.”  (Louis L’amour)

Quem está profundamente envolvido no processo de despertar e ascensão, sabe que isto não é, de longe, algo fácil. Talvez não haja nada mais aterrorizante e doloroso para o ser humano do que ser confrontado, física e energeticamente, com os próprios julgamentos e medos, quase sempre evitados por anos.

Para que a integração do ego aconteça, é preciso encarar os sistemas de crenças que temos sobre nós mesmos e em relação a vida. Os condicionamentos que dificultam a descoberta de nossa verdadeira natureza.

No nível físico, essa integração pode se manifestar em circunstâncias prejudiciais incitando as emoções internas que ainda precisam ser curadas. No nível energético pode manifestar-se como aperto no peito, a incapacidade de respirar adequadamente ou apenas uma sensação de formigamento em diferentes partes do corpo.

Aqueles que estão experimentando a mudança de consciência, não estão aqui apenas curando suas próprias feridas emocionais, mas também estão curando as perturbações emocionais de todo o planeta. Um “trabalhador da luz” é aquele que está filtrando as energias para o coletivo humano, usando a luz adquirida para curar energias vibracionais inferiores no inconsciente coletivo.

Embora quem passa pelo processo de despertar possa experimentar sintomas semelhantes, cada um experimentará cada sintoma de maneira muito pessoal, e na intensidade que for relevante para seu processo individual.

No entanto, existem alguns sintomas que você pode estar vivenciando sem saber da conexão com a sua jornada de despertar. São eles:

Depressão e Tristeza

“Muitas pessoas que estão passando pelos estágios iniciais do processo de despertar não têm mais certeza de qual é seu propósito no mundo. O que impulsiona o mundo não os impulsiona mais. Vendo a loucura de nossa civilização tão claramente, eles se sentem um pouco alienados da cultura ao seu redor. Alguns sentem que habitam uma terra de ninguém entre dois mundos. Eles não são mais dirigidos pelo ego, mas a consciência que surge ainda não se tornou completamente integrada em suas vidas. O propósito interno e externo ainda não se fundiram.” (Eckhart Tolle)

À medida que os apegos caem no esquecimento para serem substituídos apenas por vazio, a reação inicial de nossa mente pode ser julgar isso com tristeza ou depressão profundos.

À medida que nossa tagarelice interior começa a se acalmar e temos longos períodos de silêncio, isto pode começar a parecer estranho e até entediante se comparado à incessante tagarelice que um dia já foi. Estamos abrindo caminho para uma nova realidade e sentido existencial emergirem, mas para que isso aconteça, é preciso  abandonar o que pensávamos ser.

Este período de transição do ego sendo integrado à luz do nosso Ser pode, às vezes,  parecer profundamente deprimente, mas tenha certeza de que tudo está bem e isso é um sintoma completamente normal. Em breve, a quietude torna-se uma sensação de paz tranquila que carregamos interiormente em todos os momentos.

Doenças

Muitas vezes, não ouvimos os avisos do corpo para desacelerar, dar um tempo e descansar. Uma vez que estamos mudando energeticamente de maneira muito rápida, o corpo precisa de tempo ocioso para tais mudanças. Comumente somos a última pessoa a nos dar o carinho que o corpo necessita, o universo nos coloca em uma situação na qual somos forçados a fazer uma pausa, e isso muitas vezes pode exteriorizar-se como doença ou enfermidade.

Estar doente nunca é divertido, mas nunca somos colocamos em circunstâncias que, em última análise, não possam nos tornar melhores. Mesmo que a doença transforme-se no período de transição do final desta vida, é importante lembrar que nada é “errado”. Tudo está acontecendo exatamente como deveria e nunca devemos nos culpar por “manifestar” períodos como este.

Confusão

“No processo de abandonar as confusões, descobrimos a iluminação. Se o processo fosse diferente, o estado de espírito desperto seria um produto dependente de causa e efeito e, portanto, passível de dissolução. Tudo o que é criado deve, mais cedo ou mais tarde, morrer. Se a iluminação fosse criada de tal maneira, sempre haveria a possibilidade de o ego se reafirmar, retornando ao estado de confusão. A iluminação é permanente porque não a produzimos; nós apenas a descobrimos.” (Chogyam Trungpa)

Outro sintoma que pode se tornar realmente assustador às vezes é a confusão. O ego que estamos integrando é baseado em idéias e crenças. A medida que o desemaranhamos, pode-se ficar bastante desorientado ao não mais ter qualquer ideia de quem “nós somos” e o que estamos fazendo aqui ou com a nossa vida em geral.

Como a nossa mente consciente tenta desesperadamente agarrar-se aos conceitos e ideias que uma vez preencheram nosso antigo Ser, isto pode se comparar a tentar segurar água com as mãos. No minuto em que procuramos por essas ideias, elas escapam completamente e ficamos em um estado mental confuso no qual, literalmente, não tem ideia do que fazer ou no que “acreditar”.

Novamente, este é outro estágio que melhora com o tempo e que nos leva a estar completamente em paz com a incerteza.

Apatia

Outro estágio que acontece quando estamos nos fundindo à nossa verdadeira natureza é a apatia.

Podemos ter nos sentido completamente ambiciosos, motivados e empolgados com o nosso processo de despertar, quando começamos e só mais tarde começar a nos sentir completamente desinteressados ​​à medida que nos aprofundamos nele. Isso tudo é perfeitamente normal.

Estamos entrando em alinhamento não apenas com a nossa verdadeira natureza, mas também com nosso verdadeiro propósito na vida, e os objetivos e sonhos que uma vez tivemos para nós mesmos podem estar completamente fora de sintonia com o que estamos aqui para fazer realmente.

O período de transição entre o que uma vez pensamos que seria a nossa vida e se tornar a pessoa que estamos destinados a ser, pode nos deixar sentindo um pouco fora de ordem e até mesmo desanimados com a vida. À medida que nos tornamos a nossa consciência ao longo do tempo, começamos a mudar com as marés do nosso destino em perfeito relaxamento, sabendo que tudo está bem.

A vida parece ter desacelerado

À medida que a quietude interior do nosso ser começa a se tornar o estado natural, pode parecer que alguém colocou a vida em câmera lenta.

Estamos começando a ressoar com a simplicidade suave da realidade e, com isso, podemos também começar a reconhecer pequenos “presentes” do universo que talvez não tenhamos percebido antes.

Pode ser ver uma bela borboleta dançando ao vento ou sentindo-se completamente em paz e calma observando pessoas em um aeroporto movimentado, mas mesmo assim a realidade apressada que uma vez foi a nossa vida é substituída por uma quietude subjacente, começamos a ver a vida de uma perspectiva inteiramente nova.

Fonte: http://fractalenlightenment.com/37691/spirituality/5-unusual-symptoms-of-spiritual-awakening

In Lak’ech Ala K’in: O Código Vivo do Coração

Sabedoria Maia: Eu sou o outro você!

Na tradição dos Maias, há uma saudação muito conhecida. É a lei In Lak’ech Ala K’in, que significa “eu sou outro você” (uma interpretação moderna). Também significa eu sou você, e você é eu (uma interpretação tradicional Maia). Esta saudação Maia é uma honra para o outro. É uma afirmação de união e de unidade. In Lak’ech Ala K’in espelha o mesmo sedimento de outras lindas saudações como Namastê para a Índia Oriental, Wiracocha para os Incas e Mitakuye Oyasin para os Lakota. Não importa de que cultura vem, quando uma destas saudações sagradas é dada, há sempre um movimento de colocar as mãos sobre o coração.

Quanto mais vamos em direção ao caminho dos Maias, mais compreendemos a profundidade que In Lak’ech Ala K’in ensina. A saudação tornou-se mais do que um simples, honorável cumprimento. Evoluiu para um código moral, e para uma forma de criar uma realidade positiva para toda a vida.

In Lak’ech Ala K’in
Símbolo do In Lak’ech Ala K’in sobre o calendário Maia.

É do conhecimento comum de hoje em dia que cada ação que tomamos nas nossas vidas afeta todas as coisas vivas. Quando vivemos no código Maia do In Lak’eck Aka K’in, sabemos que cada ação que empreendemos é por respeito para com toda a vida.

Podemos dar os nossos corações de uma maneira positiva todos os dias dizendo In Lak’ech Ala K’in uns aos outros, às árvores, ao céu, aos pássaros e às estrelas. Não estamos oferecendo nossa energia para algo separado de nós. Estamos oferecendo a outra parte de nós mesmos.

Quando somos energizados pela nossa dádiva, estamos oferecendo código do In Lak’ech Ala K’in. Se nos sentimos esgotados ou exaustos, é possível que tenhamos oferecido medo, falta, obrigação, ego ou uma necessidade de ser aceito.

Quanto mais se pratica o In Lak’ech Ala K’in, mais claras se tornam as nossas motivações em relação às nossas ações, e mais vamos receber. O que vai vem exatamente do mesmo modo que foi enviado. Quando começamos a praticar o In Lak’ech Ala K’in, antigos modos não servirão mais. Por exemplo: não podemos mais agir como vítimas e não podemos viver com medo também.

Quando vivemos o In Lak’ech Ala K’in, colocamos em prática a nossa capacidade natural de criar a nossa realidade. Afetamos a consciência coletiva da humanidade de uma maneira positiva. Os Maias Cósmicos, também conhecidos como as “Estrelas Anciãs” ou “Conselho Invisível”, compreenderam este poder natural para criar a sua realidade. Seus calendários sagrados mapearam as leis naturais do Universo. Agora, é a nossa vez de chegar a este entendimento. Chegou a hora de nós mudarmos o mundo.

Quanto mais a humanidade começar a viver no In Lak’ech Ala K’in, menos vamos pensar em termos da nossa separação. Não pode haver competição, ciúmes ou inveja entre nós, porque somos “pedaços” uns dos outros.

Podemos ajudar-nos uns aos outros com estas conexões, ideias e recursos sem medo que não haja o suficiente, pois o Universo trabalha somente na abundância. Quando vivemos na realidade da unidade, abundância e inteireza, haverá unidade, abundância e inteireza!

Quanto mais de nós participarmos na criação de um mundo melhor, mais rapidamente ele florescerá. Teremos paz, amor, harmonia e unidade e teremos, finalmente, chegado em casa.

O ensinamento direto de Nisargadatta Maharaj

As atividades da maioria das pessoas é sem valor, senão destrutiva. Dominado pelo desejo e medo, eles não podem fazer qualquer coisa de bom.

Os ensinamentos do sábio indiano Sri Nisargadatta Maharaj (1897-1981) são discursos potentes sobre a Verdade mas também podem soar  enigmáticos a quem entra em contato pela primeira, apesar da clareza e de serem notavelmente diretos, como no trecho abaixo, parte do seu mais famoso livro, “Eu Sou Aquilo” (I Am That, 1973).

Um dos maiores gurus de Advaita Vedanta do Século XX, advaita significando do sânscrito “não-dois“, ou Não-Dualismo, uma filosofia que afirma que tudo é um único Grande Ser (“Brahman”) e que nossa verdadeira identidade (“Atman”) está neste Grande Ser, Sri Nisargadatta foi um sábio simples que ensinava acima de tudo a percepção pura de si mesmo, fazendo com que essa auto-realização dissolva o principal problema da existência humana: a ignorância.

A ignorância de nossa verdadeira identidade, Brahman,  que é trocada equivocadamente por nossa identidade com o corpo e as coisas impermanentes, gerando ações equivocadas em vida e o sofrimento em suas mais variadas formas.

Em “O caminho da realização: Parte um“, capítulo do livro “Eu Sou Aquilo” (“I Am That”), Sri Nisargadatta faz exatamente isso, frisando esse mesmo ponto de diversas maneiras diferentes. Há frases fortes a que o Ocidente não está muito acostumado a ouvir, como “nada que você faça mudará a si mesmo“, ou então “pare a mente e simplesmente seja“, mas durante todo o livro elas são permeadas com ricos esclarecimentos, como o que também está nesse trecho e fala sobre o trabalho na natureza, ou outro em que fale sobre  o estado de testemunha.

Ainda assim, sem experiência e sem descanso na mente, é muito difícil compreender frases como “somente quando a própria idéia de mudança é vista como falsa e abandonada, o imutável pode surgir“, ou o próprio título do livro, “eu sou Aquilo“.

É um trecho para se ler e reler várias vezes, se aprofundar, buscar compreender e viver.

A tradução é de  Swami Sunder Svarupo.

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EU SOU AQUILO” [TRECHO]
por Sri Nisargadatta Maharaj

Onde está a necessidade de mudar o que quer que seja? A mente está mudando de alguma forma todo o tempo. Olhe para sua mente desapaixonadamente; isso é o suficiente para acalmá-la. Quando ela estiver quieta, você pode ir além dela. Não a mantenha ocupada todo o tempo. Pare-a, e simplesmente seja. Se você der descanso à mente, ela se centrará e recobrará sua pureza e força. O pensar constante a faz decair.

Nada que você faça mudará a si mesmo, pois você não precisa de nenhuma mudança. Você pode mudar sua mente ou seu corpo, mas isso é sempre algo externo a você que foi mudado, não você mesmo. Por que se importar com toda essa história de mudança? Realize de uma vez por todas que nem seu corpo, nem sua mente e nem mesmo sua consciência é você e mantenha-se de pé sozinho em sua verdadeira natureza além da consciência e inconsciência. Nenhum esforço pode levá-lo lá, somente a clareza do entendimento. Não tente reformar a si mesmo, simplesmente veja a futilidade de toda mudança. O mutável mantem-se em mutação enquanto o imutável espera. Não espere que o mutável o leve ao imutável – isso jamais acontecerá. Somente quando a própria idéia de mudança é vista como falsa e abandonada, o imutável pode surgir.

As atividades da maioria das pessoas é sem valor, senão destrutiva. Dominado pelo desejo e medo, eles não podem fazer qualquer coisa de bom.

Os gurus estilizados falam de madurez e esforço, de mérito e aquisições, de destino e graça; tudo isso é mera formação mental, projeções de uma mente viciada. Ao invés de ajudar, eles obstruem. Não corra para a atividade. Nem aprendizagem nem ação podem realmente ajudar.

Não é o que você faz, mas o que você para de fazer que importa.

A atividade não é ação. Ação é oculta, desconhecida, incognoscível. Você pode somente conhecer o fruto. Ação não leva à perfeição; perfeição é expressa na ação. Há uma diferença entre trabalho e mera atividade. Toda a natureza trabalha. Trabalho é natureza. Natureza é trabalho. Por outro lado, a atividade é baseada no desejo e no medo, no desejo de possuir e desfrutar e no medo da dor e aniquilação. Trabalho é pelo todo para o todo, atividade é para si mesmo e por si mesmo.

Sua mente está estagnada nos hábitos de avaliação e aquisição, e não admitirá que o incomparável e o inobtível estão esperando eternamente dentro de seu próprio coração por reconhecimento. Tudo que você tem a fazer é abandonar todas as memórias e expectativas. Apenas mantenha-se pronto em total nudez e vazio.  Não faça nada, apenas seja. Apenas sendo tudo acontece naturalmente. Seja nada, saiba nada, tenha nada. Esta é a única vida que vale a pena ser vivida, a única felicidade que vale a pena ter.

Você não pode fazer nada. O que o tempo traz, o tempo levará embora. Este é o fim da Yoga, realizar independência. Tudo o que acontece, acontece na e para a mente, não para a fonte do “Eu sou”. Uma vez que você realize que tudo acontece por si mesmo (chame a isso destino ou vontade de Deus, ou mero acidente), você permanece como testemunha somente, compreendendo e apreciando, mas nunca perturbado. Você é responsável somente pelo que você pode mudar. Tudo que você pode mudar é sua atitude.

Aí mora a sua responsabilidade.

Fonte: Dharmalog

O que acontece em seu cérebro durante uma sessão de Reiki

Uma pesquisa realizada pelo Dr. Robert Becker e Dr. Jonh Zimmerman, na década de 1980, investigou os efeitos que algumas terapias, como Reiki, causam nas pessoas enquanto praticam. A investigação revelou que os padrões de ondas cerebrais de praticantes e receptores tornaram-se sincronizados no estado Alfa, ou seja, estado de profundo relaxamento e meditação. E o mais surpreendente é que perceberam também que pulsam em uníssono com o campo magnético da Terra, conhecida pela ciência como a Ressonância Schuman – 7.86 Hz.

A investigação revelou que o campo biomagnético das mãos dos praticantes é 1000 vezes maior do que o normal, e não como um resultado da corrente interna do corpo.

Toni Bunnell (1997) sugere que a ligação dos campos de energia entre o profissional e a frequência do campo eletromagnético da terra permite ao praticante canalizar essa vibração, através da ressonância Schuman. O Prof. Paul Davies e Dr. John Gribben em “O Mito Matéria” (1991), discutiram este tema ligado ao conceito de quantum e visão física de um “universo vivo” em que tudo está conectado em uma teia de interdependência energética”. Tudo isso promove a experiência subjetiva de “unidade” e “expansão de consciência” relacionado por aqueles que recebem o Reiki regularmente ou até mesmo fazem o autotratamento.

Zimmerman (1990), nos EUA, e Seto (1992), no Japão, investigaram a pulsação do campo biomagnético que é emitido das mãos de praticantes de Reiki, enquanto estes estavam aplicando em seus pacientes. Eles descobriram que os pulsos estão nas mesmas frequências, como as ondas cerebrais, de 0,3-30 Hz, com foco principalmente em 7 – 8 Hz, estado alfa. Uma investigação médica independente, demonstrou que esta gama de frequências estimulava a cicatrização no corpo, com frequências específicas sendo adequados para diferentes tecidos. Por exemplo, 2 Hz encoraja a regeneração do nervo e o o crescimento ósseo 7 Hz, na reparação de ligamento 10Hz, e 15 Hz formação capilar.

Com base nesses princípios, a tecnologia ultra-som é comumente usada para limpar artérias obstruídas e desintegrar pedras nos rins. Além disso, tem sido conhecida há muitos anos que a colocação de uma bobina elétrica em torno de uma fratura que se recusa a consertar vai estimular o crescimento ósseo e reparação. Becker explica que ‘ondas cerebrais’ não estão confinados ao cérebro, mas circulam por todo o corpo através do sistema perineural, as bainhas de tecido conjuntivo envolvendo todos os nervos. Durante o tratamento, estas ondas emitem pulsos no tálamo do cérebro do praticante, reunindo forças cumulativas que fluem para os nervos periféricos do corpo, incluindo as mãos.

O mesmo efeito se reflete na pessoa ao receber o tratamento, e Becker sugere que é este sistema, mais do que qualquer outro, que regulamenta a reparação de lesões e reequilíbrio dos sistemas biológicos do corpo. Isso destaca uma das características especiais do Reiki (e terapias similares) – que tanto o profissional e o cliente recebem os benefícios de um tratamento, o que torna muito eficiente.

Além disso, parte da popularidade crescente do Reiki é que ele não impõe um conjunto de crenças, e pode, portanto, ser usado por pessoas de todas as crenças religiosas e filosofias. Esta neutralidade o torna particularmente apropriado para um ambiente de tratamento médico-psicológico.

Fonte: Greice Peplau

Mantra dos Chackras

As palavras tem poder! Use-as corretamente!

Cada palavra deste intencionamento (o que podemos chamar de mantra) corresponde à energia mais alta de cada um dos principaos Chackras. Repita-as tocando a raiz e mentalizando a cor cada um deles:

eu sou (acima da cabeça)
divino (topo da cabeça)
conectado (entre as sombrancelhas)
expressivo (garganta)
amado (coração)
forte (boca do estômago)
criativo (3 dedos abaixo do umbigo)
seguro (entre os genitais)

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10 mitos sobre a meditação

Talvez você esteja preso a regras que não existem. Meditar é uma atitude!

Com quase seis bilhões de mentes ativas a todo momento, há fluxos intermináveis de pensamentos sobre todos os aspectos do mundo.

Alguns pensamentos são reais, alguns são imaginação e outros são simples enganos. Enquanto há mitos sobre vários assuntos, um dos mais populares é a meditação. Diga a palavra “meditação”, e todos os tipos de imagens e noções surgem: isso é para mim? Eu não consigo ficar sentado em silêncio por muito tempo. Quem afinal quer meditar?

Aqui está uma lista dos mitos mais comuns, na esperança de que qualquer dúvida que você tenha seja eliminada.

Mito #1 Meditação é concentração

A meditação é, na verdade, desconcentração. Concentração é um benefício da meditação. Concentração requer esforço e a meditação é o absoluto relaxamento da mente. Meditação é deixar ir e, quando acontecer, você estará em um estado de profundo descanso. Quando a mente está relaxada, conseguimos nos concentrar melhor.

Mito #2 Meditação, uma prática religiosa

A meditação e a Yoga são práticas antigas, e transcendem quaisquer religiões. Para a meditação não há barreiras em qualquer religião. De fato a meditação tem a habilidade de manter religiões, nações e crenças unidas. Assim como o Sol nasce para todos e o vento sopra também para todos, a meditação também beneficia a todos. “Nós encorajamos pessoas de todos os níveis, religiões e tradições culturais para se juntarem e meditarem em um espírito de celebração”, diz Sri Sri Ravi Shankar.

Mito #3 Sentar em posição de lótus para meditar

O Yoga Sutra Patanjali é, talvez, um dos mais científicos e detalhados estudos que o homem produziu tratando da natureza da mente. “Sthirasukhamasanam”, um sutra por Patanjali, explica que enquanto se medita é mais importante estar confortável e estável. Isso nos ajuda a ter uma experiência mais profunda na meditação. Você pode se sentar com as pernas cruzadas em uma cadeira, ou em um sofá. Ao começar sua meditação, sente-se com a postura correta; coluna ereta, cabeça, pescoço e ombros relaxados.

Mito #4 Meditação é para pessoas idosas

Meditação é universal e adiciona valores a pessoas de todas as faixas etárias. Uma pessoa já pode começar a meditar com oito ou nove anos de idade. Assim como um banho mantém o corpo limpo, a meditação é o “banho” da mente.

“Após praticar meditação, eu não tenho tanta fome quanto antes”, diz Sandra, uma estudante escolar do nível médio. “Apenas uns poucos minutos de meditação me deixam calmo o dia inteiro”, diz Karan, 19 anos de idade, outro jovem meditador. “A meditação me dá o zelo e o entusiasmo para espalhar positividade ao meu redor”, diz um meditador de 25 anos de idade.

Mito #5 Meditar é como se auto-hipnotizar

A meditação é um antídoto para a hipnose. No hipnotismo a pessoa não está ciente do que acontece à sua volta. Na meditação a pessoa tem a consciência completa do que está acontecendo. O hipnotismo leva a pessoa através das impressões que estão em sua mente. A meditação nos liberta dessas impressões, para que nossa consciência esteja fresca e clara. O hipnotismo aumenta a atividade metabólica, a meditação a reduz. “Aqueles que praticam pranayama e meditação regularmente não podem ser hipnotizados facilmente”, diz Sri Sri Ravi Shankar.

Mito #6 Meditação é controle de pensamentos

Pensamentos não vem para nós por convite. Nós ficamos conscientes deles apenas quando eles chegam! Pensamentos são como nuvens no céu. Eles vem e vão o tempo todo. A tentativa de controlar pensamentos envolve esforços e a chave para uma mente relaxada é não se esforçar. Na meditação, não pedimos bons pensamentos, nem somos avessos a maus pensamentos, nós apenas os testemunhamos. Eventualmente, durante a meditação pode ser que aconteça uma transcendência para um local interno silencioso.

Mito #7 Meditação é uma maneira de fugir dos problemas

Pelo contrário, a meditação lhe capacita para encarar seus problemas com um sorriso no rosto. Na meditação são desenvolvidas habilidades para lidar com situações de uma maneira agradável e construtiva. Nós desenvolvemos a habilidade para aceitar as situações como elas são e tomar ações conscientes, ao invés de remoer o passado ou se preocupar com o futuro. A meditação alimenta a força interior e a auto-estima. Funciona como um guarda-chuva em dias chuvosos. Desafios surgirão, mas ainda poderemos seguir em frente com confiança.

Mito #8 Você tem que meditar por horas para ir profundo

Você não precisa ficar sentado por horas para ter uma experiência profunda em meditação. A conexão com o profundo âmago do seu Ser, sua fonte, pode acontecer em apenas uma fração de momento. Apenas uma sessão de 20 minutos da meditação Sahaj Samadhi toda manhã e toda noite é o suficiente para lhe levar a essa bela viagem interior. À medida que você pratica sua meditação diariamente, a qualidade dela vai aumentando gradualmente.

Mito #9 Se você meditar, poderá se tornar um sanyasi (monge ou eremita)

Você não precisa desistir da vida material para meditar ou progredir no caminho espiritual. De fato, a qualidade da sua satisfação melhora à medida que você medita. Com uma mente em paz e relaxada você será capaz de viver feliz e fazer outras pessoas, ao seu redor e de sua família, felizes também.

Mito #10 Você só pode meditar em determinados momentos, voltado para determinadas direções

Qualquer hora é um bom momento para meditar, e todas as direções são boas para a meditação. A única coisa que você deve ter em mente é que seu estômago não esteja cheio, senão você pode acabar cochilando ao invés de meditar. Porém, praticar a meditação durante o nascer e o pôr do sol (de manhã e à noite) é o mais indicado, assim você poderá se manter calmo e enérgico durante o dia inteiro.

Esperamos que consigamos ter tirado suas dúvidas sobre a meditação e a real necessidade dela em nossas vidas. Medite conosco!

Por Divya Sachdev

Inspirado pela sabedoria de Sri Sri Ravi Shankar

Fonte: http://www.artofliving.org/br-pt/meditacao/aprenda-meditacao/10-mitos-sobre-meditacao

Meditação Zazen

Prática faz parte da filosofia e escola Zen Budista e nos traz ensinamentos valiosos.

Existem muitos tipos de meditação de escolas antigas e também acredito que novas opções e métodos estão sendo criadas diariamente. Não existe melhor ou pior e sim o método que o deixa mais a vontade, faça com que você sinta-se bem e encontre um estado de paz e tranquilidade que sempre esteve em você.

Meditar é colocar o mundo em stand-by por vontade própria e olhar para dentro. Permitir que a mente processe toda a carga de pensamentos livremente, sem seu julgamento ou envolvimento, sem apego ou repulsa. A mente continua funcionando normalmente, mas no seu filtro, todo pensamento que apresenta-se é deixado livre e ir embora, sem qualquer barreira.

O tipo de meditação que mais gosto é a Meditação Zazen, mas como não sigo nenhuma religião ou filosofia em específico, recortei os ensinamentos que achei interessantes e simplesmente utilizo em minhas práticas.

Encontrei este relato de a repórter Thays Prado e achei um bom exemplo do tipo de insight que uma sessão de meditação de apenas 20 minutos pode trazer:

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“Não há convite maior para a meditação do que a serenidade do centro Zendo Brasil. Na hora exata, todos entram em silêncio na sala, fazem uma reverência com as mãos em prece ao altar e escolhem um lugar para se sentar – normalmente nas almofadas, chamadas de zafu.

Pernas cruzadas, coluna ereta, queixo encaixado, o corpo não se inclina para nenhum dos lados, orelhas alinhadas com os ombros, o nariz, o umbigo. Esvaziam-se os pulmões, eliminando qualquer tensão, e apoiam-se as mãos quatro dedos abaixo do umbigo.

A mão direita fica embaixo, com a palma voltada para cima, enquanto as costas dos dedos da mão esquerda repousam sobre os dedos da mão direita, sem avançar sobre a palma, com os dois polegares levemente encostados. A ponta da língua se mantém atrás dos dentes superiores da frente e os olhos ficam entreabertos, num ângulo de 45 graus com o chão.

Como não estava acostumada com aquela posição, comecei a sentir uma forte dor nas pernas. Mais tarde, o monge Yuho, que orienta a meditação para iniciantes, me explicou: “A maior dificuldade de praticar o zazen é nossa própria mente, que, a cada perturbação com que se depara, quer desistir e abandonar tudo. Apenas permaneça firme e tranquila, sentada em zazen”. Foi exatamente o que eu fiz: me entreguei à dor.

Naquele momento, tive uma espécie de insight que dizia: sem julgamentos, a dor não é boa e nem ruim, é apenas dor. Inacreditavelmente, por mais que ela aumentasse, já não me causava qualquer sofrimento, era apenas uma informação no meu corpo.”

cropped-cropped-logo_enso_testeO Símbolo no logotipo da Enso Reiki apropriou-se de um símbolo muito forte do Zen Budismo, o ensö.

Segundo o minha pesquisa, simboliza o momento em que a mente e os pensamentos estão em estado de arte e você está livre para criar.

Conheça outros artigos do site aqui!

Matéria completa: http://casa.abril.com.br/bem-estar/testamos-10-tipos-de-meditacao/

Chá de Anis-Estrelado

Relaxante, calmante, indutor do sono.

O chá de anis-estrelado é saboroso e simples de preparar. Basta quebrar algumas folhinhas, duas ou três para uma xícara, e deixar em infusão na água bem quente por 5 minutos. Pode ser misturado com outros sabores e deixa um gosto doce mentolado. Um pacote, como é vendido no supermercado, dura um bom tempo. O melhor de tudo é o sono tranquilo e relaxado, muitas vezes acompanhados de sonhos agradáveis.

Anis-estrelado ou estrela-de-anis é uma planta de uso culinário e medicinal, a Illicium verum, originária da China e do Vietnã. Mas, existe outro, japonês, parecidíssimo, que é altamente tóxico – trata-se do Illicium japonicum.

Enfim, o anis-estrelado é mais uma das especiarias orientais que entrou na nossacultura medicinal e curativa desde tempos imemoriais. Esta planta cuja semente seca parece uma estrela, é rica em óleos aromáticos e seu aroma assemelha o do anis.

As duas espécies têm propriedades medicinais porém, é muito perigosa a confusão ou o usar uma pela outra (afinal é tudo anis-estrelado, não?) pois a espécie japonesa é neurotóxica e especialmente perigosa para crianças.

Uso medicinal do Illicium verum – anis-estrelado chinês

Esta especiaria tem propriedades antibacteriana, carminativa, diurética, odontálgica, estimulante e protetiva estomacal. Faz-se uso interno para tratar dores abdominaisdistúrbios digestivos e queixas como lumbago.

É frequentemente utilizada em medicinais para tratamento de distúrbios digestivos e tosse, em parte também por causa de seu sabor agradável.

O anis-estrelado é eficaz para vários distúrbios digestivos, incluindo cólicas, e pode ser administrado com segurança às crianças.

Usa-se a fruta, colhida quase madura, para mastigá-la em pequenas quantidades após as refeições, a fim de favorecer a digestão e adoçar a respiração. O fruto tem um efeito antibacteriano similar à penicilina.

Dos frutos maduros se extrai o óleo essencial e, quando secos, são usados para decocção ou para se fazer o chá. De suas sementes, faz-se um remédio homeopático, segundo informa o site Plantes for a Future.

Benefícios medicinais do anis-estrelado chinês:

  • antisséptico
  • antibacteriano
  • anti-inflamatório
  • calmante
  • digestivo
  • diurético
  • relaxante
  • indutor do sono
  • analgésico

Seu princípio ativo é tão poderoso que integra a produção do antiviral Oseltamivir ou Tamiflu.

 

Cuidados no uso do anis-estrelado (contraindicações)

óleo essencial de anis-estrelado (chinês ou japonês) é tóxico se ingerido.

Qualquer dos dois tipos de anis-estrelado tem efeitos tóxicos se usado em excesso.

O anis-estrelado japonês é neurotóxico quando usado, em chá, para crianças pequenas e, tal se verificou por conta de adulterações nos lotes do anis-chinês em venda nos mercados europeus. Portanto, todo cuidado é pouco já que as plantas são muito parecidas e, por este motivo se desaconselha a administração deste chá para bebês, apesar de ser excelente para tratar cólicas e outros desarranjos intestinais.

 

Fonte: Greenme