Depressão e Terapias Complementares

No que as terapias alternativas, como o Reiki, podem ajudar na Depressão?

Se você chegou até aqui e desconfia que está com depressão (por favor não se assuste com a palavra) a primeira informação a deixar clara é: Você não tem culpa de estar assim! Depressão é uma doença e pode ser controlada (e até curada) com o tratamento correto, portanto não há motivo para você continuar sofrendo.

O primeiro passo é desmistificar: é uma enfermidade que pode ou não ter fatores externos que a causam. Nem sempre é preciso um trauma ou acontecimento para que ela se manifeste.

Alguns sintomas frequentes são:

  • Tristeza persistente há mais de 30 dias, as vezes meses ou anos.
  • Achar que isto nunca vai passar.
  • Sentindo enjôos e mal-estar frequente.
  • Falta de apetite ou muito apetite.
  • Sem vontade de fazer até tarefas simples.
  • Falta de cuidado consigo próprio (aparência, higiene, objetos pessoais) e com o ambiente onde vive (deixar de limpar).
  • Sem vontade de fazer até o que antes dava prazer.
  • Isolamento social, ou achar que os amigos ou família o abandonaram.
  • Muito ou pouco sono. Ficar dois ou mais dias deitado.
  • Uma sensação de que a vida perdeu a cor e o sentido.
  • Buscar refúgio e alivio no álcool ou drogas, com o mal estar voltando logo após cessar o efeito.
  • Ideação suicida, mesmo que leve, como uma forma de resolver esta dor.
  • Entre outros sintomas.

Busque coragem de começar a se cuidar, a reversão do quadro, na maioria dos casos é rápida e você recupera em pouco tempo o bem-estar e qualidade de vida.

O segundo passo é procurar um bom psiquiatra que vai orientá-lo sobre os próximos passos e buscar uma medicação e dosagem apropriados. O psiquiatra não é “médico de louco”, esqueça isto! É um profissional especializado no funcionamento de um órgão de extrema importância: o cérebro. Assim como temos especialistas para o sistema circulatório, digestivo, etc.

A depressão é causada por um desequilíbrio químico no cérebro. Os receptores de dopamina, serotonina e outros neurotransmissores, que são responsáveis pela sensação de bem-estar, deixam de trabalhar como deveriam.

O psiquiatra pode receitar anti-depressivos que auxiliam na inibição da recaptação dos neurotransmissores, regulando sua produção e síntese pelo organismo ou uma medicação que atenda a outros fins necessários. Antidepressivos não são “pílulas da felicidade”, apenas vão auxiliar no reequilíbrio das funções orgânicas normais do cérebro.

Recomenda-se seguir o tratamento com determinação até que o princípio ativo e dosagem sejam corretamente regulados, o que pode levar um certo tempo. Conte com seu médico e confie nele: Não desista ou interrompa o tratamento por conta própria, o que pode trazer complicações. O psiquiatra pode recomendar também o acompanhamento de um psicólogo.

O psicólogo vai ajudá-lo a olhar para si mesmo e, através de técnicas já muito estudadas cientificamente, auxiliá-lo a ressignificar acontecimentos do passado e projeções futuras. É um profissional capacitado a servir de espelho, que vai fornecer a você ferramentas para lidar com emoções e pensamentos difíceis, que você vai levar consigo para a vida toda.

Reiki e Depressão

O tratamento complementar com Reiki tem mostrado bons resultados no auxílio aos processos de depressão, principalmente no resgate da espiritualidade, qualidade inerente a todo ser humano, que acabamos deixando muitas vezes de lado.

Ao receber energia Reiki você acessa um estado induzido de meditação que acalma e tranquiliza. A energia Reiki vai ajudar a revitalizar os campos mental e emocional trazendo alívio já nas primeiras sessões.

Receber Reiki vai acalmar os pensamentos negativos e persistentes, equilibrar as emoções e promover também saúde física. Apresentará a você o espaço interno que sempre esteve presente, onde você pode repousar quando quiser. Um “lugar” onde nenhum problema está acontecendo realmente.

Aprender sobre a visão holística da vida resgata a espiritualidade, a fonte que abastece todos os outros aspectos do Ser. Ao buscar práticas espirituais (o que não depende de religião) você começa a perceber que existe um centro infinito em si mesmo e aprende a buscá-lo sempre que precisar.

Não é preciso suspender qualquer outro tratamento já em curso pois a terapia com Reiki vai tão somente somar e auxiliar seu processo de cura e auto-conhecimento, servindo como complemento.

Permita-se conhecer a terapia com energia Reiki e veja o que acontece. Avalie por si mesmo os resultados. Ninguém precisará convencê-lo de nada pois o sentimento e as sensações irão guiá-lo.

Por favor, não desista! Depressão é uma fase difícil, mas vai passar e você vai recuperar a vontade de viver, crescer e evoluir… eu sou a prova viva disto! 🙂

Nellynton Borim
Mestre em Reiki

 

7 coisas que afetam a sua Frequência Vibracional

Cada frequência tem uma resposta na manifestação e desta forma, você é o que vibra!

Atualmente a ciência, através da física quântica, torna cada vez mais sólido o modelo em que tudo é vibração, como se o universo fosse feito de som. Cada frequência tem uma resposta na manifestação e desta forma, você é o que vibra!

7 coisas que afetam a sua frequência diretamente:

  1. Os seus pensamentos. Todo pensamento emite uma frequência para o Universo e essa frequência retorna para a origem, no caso, você! Então se você tem pensamentos negativos, de desânimo, tristeza, raiva, isso tudo vai retornar, por isso é tão importante que você cuide da qualidade dos seus pensamentos e aprenda a cultivar pensamentos mais positivos e a deixar os negativos simplesmente passar assim que chegarem, não se agarre a eles!
  2. As suas companhias. As pessoas que estão a sua volta influenciam diretamente na sua frequência vibracional. Se você está ao lado de pessoas alegres, determinadas, você também entrará nessa vibração, agora se você se cerca de pessoas reclamonas e fofoqueiras, tome cuidado, pois elas podem estar diminuindo a sua frequência e como consequência te impedindo de fazer a lei da atração funcionar a seu favor. Se você não pode ajudar alguém, simplesmente afaste-se.
  3. Música. As músicas são poderosíssimas, se você só escuta músicas que falam de morte, traição, tristeza, isso tudo vai interferir naquilo que você vibra. Preste atenção na letra das músicas que você escuta, elas podem estar diminuindo a sua frequência vibracional. E lembre-se você atrai para sua vida exatamente aquilo que você vibra.
  4. Coisas que você assiste. Quando você assiste muitos programas que abordem desgraças, mortes, traições, seu cérebro aceita aquilo como uma realidade e libera toda uma química no seu corpo, fazendo com que sua frequência vibracional seja afetada. Assista coisas que te façam bem e te ajudem a vibrar numa frequência elevada.
  5. O ambiente em que você fica. Seja na sua casa ou seu trabalho, se você passa grande parte do tempo num ambiente desorganizado, sujo, feio, isso também afetará a sua frequência. Melhore o que está a sua volta, organize e limpe o seu ambiente. Mostre ao Universo que você está apto a receber muito mais. Cuide do que você já tem.
  6. O que você fala. Se você reclama ou fala mal das coisas e das pessoas, isso afeta a sua frequência vibracional. Para você manter a sua frequência elevada é fundamental que você elimine o hábito de reclamar e de falar mal dos outros. Então evite fazer dramas e se vitimizar. Assuma a responsabilidade pela sua vida.
  7. Gratidão. Já agradeceu hoje? A gratidão pode transmutar uma situação aparentemente negativa em uma oportunidade de crescimento. Algo só é resolvido no momento em que você consegue agradecer de coração por aquilo.

 

Acupuntura e Reiki agora têm explicação científica

Pesquisadores avaliam efeitos e mecanismo de terapias alternativas em animais de laboratório

Pesquisas recentes comprovam efeitos benéficos e até encontram explicações científicas para Acupuntura e Reiki. Estudos sobre o assunto, antes restritos às universidades orientais, ganharam espaço entre pesquisadores americanos, europeus e até brasileiros. Recentemente, a Organização Mundial de Saúde (OMS) criou uma denominação especial para esses métodos: são as terapias integrativas.

Um artigo falando sobre o mecanismo da acupuntura contra a dor foi publicado por pesquisadores da Universidade de Rochester na revista Nature Neuroscience em 30 de maio. Criada há quatro mil anos, a prática consiste na aplicação de agulhas em pontos do corpo. Pela explicação tradicional, ela ativa determinadas correntes energéticas para equilibrar a energia do organismo.

Cientificamente, as agulhas teriam efeitos no sistema nervoso central (cérebro e espinha dorsal). As células cerebrais são ativadas e liberam endorfina, um neurotransmissor responsável pela sensação de relaxamento e bem-estar. O estudo dos nova-iorquinos descobriu uma novidade: a terapia, que atinge tecidos mais profundos da pele, teria efeitos no sistema nervoso periférico. As agulhas estimulam também a liberação de outro neurotransmissor, a adenosina, com poder antiinflamatório e analgésico.

No experimento com camundongos com dores nas patas, cientistas aplicavam as agulhas no joelho do animal. Eles constataram que o nível de adenosina na pele da região era 24 vezes maior do que o normal e que houve uma redução do desconforto em dois terços.

A equipe tentou potencializar a eficácia da terapia, colocou um medicamento usado para tratar câncer nas agulhas. A droga aprimorou o tratamento: o nível de adenosina e a duração dos efeitos no organismo dos animais praticamente triplicou e o tempo de duração dos efeitos no organismo dos ratos também. Mas este método não poderia ser feito em humanos porque o medicamento ainda não é usado clinicamente. “O próximo passo é testar a droga em pessoas, para aperfeiçoá-la ou para encontrar outras drogas com o mesmo efeito”, diz Maiken Nedergaard, coordenadora do estudo.

Reiki

Seus praticantes acreditam nos efeitos benéficos da energia das mãos do terapeuta colocadas sobre o corpo do paciente contra doenças. Para entender as alterações biológicas do Reiki, o psicobiólogo Ricardo Monezi testou o tratamento em camundongos com câncer. “O animal não tem elaboração psicológica, fé, crenças e a empatia pelo tratador. A partir da experimentação com eles, procuramos isolar o efeito placebo”, diz. Para a sua pesquisa na USP, Monezi escolheu o reiki entre todas as práticas de imposição de mãos por tratar-se da única sem conotação religiosa.

No experimento, a equipe de pesquisadores dividiu 60 camundongos com tumores em três grupos. O grupo controle não recebeu nenhum tipo de tratamento; o grupo “controle-luva” recebeu imposição com um par de luvas preso a cabos de madeira; e o grupo “impostação” teve o tratamento tradicional sempre pelas mãos da mesma pessoa.

Imposição de mãos nos grupos “Controle-Luva” e “Impostação”, respectivamente.
Depois de sacrificados, os animais foram avaliados quanto a sua resposta imunológica, ou seja, a capacidade do organismo de destruir tumores. Os resultados mostraram que, nos animais do grupo “impostação”, os glóbulos brancos e células imunológicas tinham dobrado sua capacidade de reconhecer e destruir as células cancerígenas.

“Não sabemos ainda distinguir se a energia que o Reiki trabalha é magnética, elétrica ou eletromagnética. Os artigos descrevem- na como ‘energia sutil’, de natureza não esclarecida pela física atual”, diz Monezi. Segundo ele, essa energia produz ondas físicas, que liberam alguns hormônios capazes de ativar as células de defesa do corpo. A conclusão do estudo foi que, como não houve diferenças significativas nos os grupos que não receberam o Reiki, as alterações fisiológicas do grupo que passou pelo tratamento não são decorrentes de efeito placebo.

A equipe de Monezi começou agora a analisar os efeitos do reiki em seres humanos. O estudo ainda não está completo, mas o psicobiólogo adianta que o primeiro grupo de 16 pessoas, apresenta resultados positivos. “Os resultados sugerem uma melhoria, por exemplo, na qualidade de vida e diminuição de sintomas de ansiedade e depressão”. O trabalho faz parte de sua tese de doutorado pela Universidade Federal do Estado de São Paulo (Unifesp).

E esses não são os únicos trabalhos desenvolvidos com as terapias complementares no Brasil. A psicobióloga Elisa Harumi, avalia o efeito do reiki em pacientes que passaram por quimioterapia; a doutora em acupuntura Flávia Freire constatou melhora de até 60% em pacientes com apnéia do sono tratados com as agulhas, ambas pela Unifesp. A quantidade pesquisas recentes sobre o assunto mostra que a ciência está cada vez mais interessada no mecanismo e efeitos das terapias alternativas.

Matéria completa e fonte: Revista Galileu